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My Cherry Lips

Um blog sobre moda, beleza e lifestyle, onde partilho convosco tudo o que gosto e que faz parte do meu dia a dia.

Qua | 17.10.18

Passatempo Sisu - O segredo finlandês para encontrar a felicidade

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 Fotos: Graziela Costa

 

Felicidade... quem não quer encontrar a felicidade? Eu quero e tal como eu todos vós quereis. Assim, depois da loucura do hygge, está na hora de conhecer a Sisu. Uma atitude cultural que nos faz avançar com uma determinação apaixonante por forma a superar todos obstáculos. Atitude na qual se baseia a cultura finlandesa e que curiosamente sempre me atraiu. Digo isto porque quando fui para a faculdade queria trabalhar em fotografia e em cinema, mas antes de selecionar as faculdades às quais me ia candidatar vi também quais delas tinham protocolos para fazer Erasmus na Finlândia. E sim, a minha faculdade tinha protocolo, mas acabei por fazer Erasmus em Espanha porque estava mais direcionado para a minha área, na Finlândia era tudo ligado à programação, área na qual eu era péssima!

 

Aparte terminado, volto então à Sisu, sobre a qual a jornalista Katja Pantzar escreveu o livro "Sisu - O segredo finlandês para encontrar a felicidade" (Editora Marcador). Uma obra fácil de ler, com imagens e ilustrações super bonitas, que nos ajudam a perceber porque é que os finlandeses são considerados um dos povos mais felizes do mundo. Para além disso funciona como um guia para que passo a passo possamos abraçarmos as práticas diárias do Sisu e  viver o dia a dia de forma simples e equilibrada. Por isso, se ainda não têm leitura para este outono acho que este livro é uma ótima sugestão e a melhor parte é que um de vocês vai poder ganhar um exemplar.

 

Para se  habilitarem a ganhar esta este prémio basta preencherem o formulário abaixo até ao dia 31 de outubro de 2018 à meia noite.

 

Nota: Este passatempo só é válido para residentes em Portugal e tenham atenção, pois existem entradas obrigatórias (a primeira parte do formulário) e opcionais. O/A vencedor(a) será contactado(a) através do e-mail fornecido no formulário.

 

a Rafflecopter giveaway

Graziela
Ter | 16.10.18

Restaurantes - Chutnify

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 Fotos: Graziela Costa

 

Há muito tempo que não comia comida indiana e a renovação da carta do Chutnify pareceu-me a oportunidade perfeita para experimentar este restaurante. Com uma decoração alegre e baseada em elementos tradicionais idianos, o Chutnify tem uma atmosfera calma e acolhedora, que nos deixa super relaxados para experimentar novos sabores.

 

Como eu não tenho muita experiência neste tipo de gastronomia pedi ajuda à empregada para escolher os vários pratos que eu e a minha mãe íamos provar e ela sugeriu-nos começar com o Papdi Chaat, um snack à base de hóstia com grão e romã, regado com molho de iogurte, hortelã e tamarindo, uma entrada que se revela uma autêntica explosão de texturas e sabores agri-doces. Depois provámos as famosas Chicken and corn samosa (chamuças em bom português), que estavam super estaladiças e com o tempero mesmo no ponto e por fim o Garlic Naan, pão indiano com alho, que quentinho é de comer e chorar por mais.

 

Para pratos principais escolhemos o Cheese Dosa, um crepe salgado feito com lentilhas e arroz, queijo, tomate, pimentos, coentros e chutney de coco. Um prato é tão bem servido que dá na boa para duas pessoas e como não é muito pesado se quiserem até lhe podem pôr uns molhos por cima. 

 

Seguiu-se o Konju Roast, que é como quem diz camarão marinado em piri piri, alho e limão (caril de camarão), um prato tradicional que eu gosto sempre de provar em restaurantes indianos e que mais uma vez não me desiludiu. Já que os camarões eram grandes e o molho não era demasiado picante. A acompanhar arroz basmati com um toque de cardamomo.

 

Depois disto já estávamos bem cheias, mas felizmente experimentámos dois cocktails que ajudaram a digerir. Neste caso, o Thene Elaneer, um cocktail sem álcool à base de água de coco, mel e hortelã, e o Mumbai Masti, um cocktail com gin Bombay Saphire, limão e manjericão. Ambos refrescantes e bem docinhos.

 

Já no final experimentámos duas sobremesas: Mango Cardamom mousse, manga fresca com especiarias servidas em forma de mousse, menos doce que as tradicionais mousses manga, mas com um twist de especiarias que lhe dá um sabor muito especial; e Pineapple Halwa, uma espécie de bolo quente com semolina, ananás e caju acompanhado por uma bola de gelado de baunilha. Uma sobremesa que mistura quente e frio quase como um brownie.

 

Para quem não conhece o Chutnify aconselho a visita, pois é uma autêntica viagem de sabores num espaço agradável, perfeito para um almoço ou jantar a dois.

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Thene Elaneer e Mumbai Masti

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Chicken and corn samosa

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Papdi Chaat

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Garlic Naan

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Cheese Dosa

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Pineapple Halwa

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Mango Cardamom mousse

 

 

Chutnify Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Graziela
Qua | 10.10.18

Cinema de hoje - Zoe

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Numa época em que todos vivemos a alta velocidade é difícil olhar e ver quem está mesmo ao nosso lado. Tornámos-nos solitários, vivemos atrás de dispositivos e muitas vezes vemos tanta coisa que criamos falsas expectativas, eu própria me reconheço neste paradigma. E é sobre isso que "fala" "Zoe", o último filme Drake Doremus, realizador responsável por filmes como "Like Crazy" ou "Equals". 

 

"Zoe" é um filme sobre relações, sobre o amor e sobre aquilo que não estamos à espera. Conta-nos a história de Zoe (Léa Seydoux) e Cole (Ewan McGregor), dois colegas que trabalham num laboratório de investigação focado no design de tecnologias capazes de melhorar e aperfeiçoar as relações humanas. O problema é quando eles se aproximam e como o amor não é uma ciência quando eles se apaixonam tudo muda. Criam-se expectativas, convenções... coisas que nenhuma máquina pode controlar.

 

Com músicas incríveis, imagens românticas e uma estética bem indie, "Zoe" nunca será um filme comercial, mas acho que é bem capaz de se tornar um filme de culto como "Her" de Spike Jonze. Acima de tudo é um filme que nos deixa a pensar se procurar a "pessoa perfeita" não será uma busca em vão...

 

Deixo-vos o trailer para despertar a vossa curiosidade. ;)

 

Graziela
Ter | 09.10.18

Ser turista na minha cidade - Parte 68 - Experiência Pilar 7 - Ponte 25 de Abril

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Fotos: Graziela Costa

 

Acho que é impossível imaginar Lisboa sem a Ponte 25 de abril, eu pelo menos cresci vendo-a na televisão e quando a vi pela primeira vez pensei "wow ainda é mais bonita ao vivo". Lembro-me também de concorrer para ganhar bilhetes para a meia maratona para poder passar sobre ela, ver aquela vista incrível sobre Almada e Lisboa.

 

No ano passado, Lisboa deu um passo em frente e criou a Experiência Pilar 7 (a ponte tem 14 pilares), um Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril onde para além de ficarmos a conhecer a sua história podemos ter acesso à melhor vista sob a cidade. 

 

O percurso começa em Alcântara junto às traseiras da Lx Factory, através do percorremos um caminho com placas que nos vão contado a história da construção da ponte, pormenores técnicos, etc. Depois passamos por duas salas interativas, numa podemos ver a maqueta original da ponte e e noutra temos uma projeção com filmes documentais da construção e evolução da Ponte. A seguir apanhamos um elevador e entramos nas salas interiores dos pilares onde podemos ver os cabos de sustentação da ponte e perceber o quão importantes são para que tudo esteja "de pé". A seguir apanhamos outro elevador e vamos diretos ao miradouro instalado mesmo junto ao tabuleiro rodoviário.

 

A vista de lá é incrível, mas não aconselhável para quem tenha vertigens. Eu por exemplo, não senti medo, mas quando olhava para debaixo dos meus pés sentia-me assim um bocadinho tonta. Ainda assim adorei estar ali a contemplar a paisagem e até vos digo mais podia ficar ali sentadinha a ler qualquer coisa.

 

Por último e já cá em baixo temos acesso a uma experiência de realidade virtual que nos leva numa inspeção de rotina à Ponte 25 de abril. Três minutos bem interessantes e que nos deixam a pensar que é preciso muita coragem para realizar este trabalho regularmente.

 

Agora, deixo-vos algumas fotografias desta experiência e se quiserem fazer o mesmo. Podem fazê-lo diariamente das 10h às 18h ( de maio a setembro até às 20h), sendo que, os bilhetes custam 6 euros (existem descontos e isenções vejam aqui).

 

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Graziela
Seg | 08.10.18

Fui experimentar o serviço de threading da Wink

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Fotos: Graziela Costa e Jac

 

Não sei se isto acontece a muita gente ou se só eu que sou assim, mas eu tenho a mesma esteticista desde os 13 anos. Aliás, quando o meu pai faleceu no meio daquele turbilhão de emoções dei por mim a pensar "OMG um dia a Rosário (o nome da minha esteticista) também não vai estar cá".

 

A verdade é que eu sempre tive muitos complexos com o meu corpo, aliás todas nós quando vamos fazer a depilação sentimos-nos mais desconfortáveis. No entanto, a Rosário nunca olhou para mim de forma diferente gorda ou magra, como já me aconteceu em alguns estabelecimentos, sempre me tratou bem e sempre que vou a Seia dou lá um pulinho para tratar de mim e pôr a conversa em dia.

 

O problema foi quando fui de Erasmus (durante a faculdade ia todos os fins de semana a casa), pois fui obrigada a experimentar outros espaços sendo que, em alguns tive boas experiências noutros más. Depois disso vim viver para Lisboa e atualmente pouco vou a Seia (até porque se acompanham as minhas redes sociais já devem ter reparado que a minha mãe vem visitar-me muitas vezes). Assim, precisei de encontrar outras esteticistas suficientemente perfecionistas (a sério podia contar-vos cada episódio que dava quase um daqueles apanhados) e que não me custassem os olhos da cara.

 

No caso da depilação corporal acabei por começar a fazer a mim própria, mas as sobrancelhas não me arrisco. Até porque já vi amigas a aventurarem-se e fazerem asneiras, por isso tenho procurado algumas alternativas (eu costumava esperar até ir a Seia para arranjar as sobrancelhas, mas às vezes passava um mês outras vezes passam-se três e não é que eu fique como a Frida Khalo, mas não gosto muito de me ver assim). Nesse sentido experimentei cera e agora experimentei o serviço de threading  (uma técnica ancestral que consiste na utilização de um fio 100% de algodão para remover os pêlos indesejados temporariamente) da Wink.

 

A maioria de vocês já deve conhecer a Wink ou outras empresas do género, eu própria já havia experimentado serviços destes anteriormente, mas sempre em eventos. Ir a uma boutique é diferente porque mesmo sendo as sobrancelhas uma área sempre à vista ficamos vermelhas ou com a pele mais sensível e queremos o nosso quê de privacidade.

 

Eu experimentei a boutique Wink das Amoreiras e gostei muito. Primeiro porque foi fácil de marcar, segundo porque no dia foi só chegar e ser atendida e terceiro porque o resultado final foi o pretendido. Há a questão do preço ser 10.50 euros, mas no meu caso as sobrancelhas aguentaram bem cerca de um mês, por isso para quem não gosta de usar cera esta pode ser uma boa opção. 

 

Agora, deixo-vos algumas fotografias para verem o antes e depois.

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Antes

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Durante

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Mesmo no final

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Graziela

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